Acontece hoje, 4 de março, na CNC em Brasília o IV Encontro de Executivos das Federações, com a presença de representantes executivos das Federações do Comércio de todo o País. O evento está sendo liderado pelo secretário-geral da Confederação, Marcos Arzua, e conta com a presença dos vice-presidentes Luiz Gil Siuffo, Lázaro Luiz Gonzaga e Laércio Oliveira.
Com o objetivo de estreitar relações de forma moderna e ágil para atingir metas de interesse comum no Sistema Comércio, a CNC propõe às federações uma aproximação em nível técnico-executivo. Segundo Marcos Arzua, a união do sistema empregador é a chave para fortalecer o trabalho e obter melhores resultados. “Vamos nos unir. Ser um só, como devem trabalhar as representações sindicais.”
Gil Siuffo aprovou o trabalho e destacou a importância da transparência. “Queremos dar maior transparência às ações da CNC. Mostrar ao empresário do comércio o nosso trabalho, para que depositem cada vez mais confiança no nosso sistema sindical.”
Sistema Sindical
Esta manhã a Divisão Sindical (DS) da CNC apresentou ações com foco no sistema sindical e abriu discussões sobre a contribuição sindical, o Simples Nacional, a negociação coletiva, a representação sindical, entre outros tópicos.
Alain Mac Gregor, da DS, apresentou também o Banco de Dados da Contribuição Sindical, um novo sistema que já está em operação para facilitar o trabalho das federações com as arrecadações.
Representação
Também foram apresentadas palestras acerca do trabalho realizado pela Assessoria de Gestão das Representações (AGR), como o Grupo Técnico de Trabalho Meio Ambiente (GTT-MA) e a Rede Nacional de Representações (Renar) do Sistema Confederativo da Representação Sindical do Comércio (Sicomércio).
A chefe da AGR, Wany Pasquarelli, falou sobre os trabalhos. “É um orgulho trabalharmos no nosso sistema. Esse trabalho de representatividade é o carro-chefe da instituição. São 260 representantes. A CNC vem se dedicando a esse trabalho. Existe um reconhecimento nacional dos órgãos de que somos uma potência e temos que ser ouvidos.”